Sobre meu sumisso…

Queridos leitores e amigos,

Desculpem o  meu sumisso… não me esqueci da colcha de retalhos…

É que tenho feito pesquisas, em breve farei outro post sobre Paris… vocês já ouviram falar de Abelardo e Heloísa? Eles foram protagonistas de uma das mais belas histórias de amor de todos os tempos, na Paris medieval, em breve conto esse caso pra vocês.

Abelard e Heloise, cena do filme "Stealing Heaven"

Abelard e Heloise, cena do filme "Stealing Heaven"

Pretendo também fazer mais um post sobre Crepúsculo, para dialogar com as participações enriquecedoras que vocês têm postado aqui nesse espaço. Em breve, fica o compromisso…

crepusculo_15

Ah, graças a um grande amigo, vou realizar um desejo de infância… mas só vou contar depois que passar, me aguardem semana que vem com novidades!

 

princesas

 

Me Aguardem!!!!!!!!!!!!!!!!

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Bem Vindos!

Há um tempo, um professor disse em sala que na contemporaneidade somos todos “mosaicos existenciais à procura do sentido da vida”, isso ficou guardado comigo desde então.

 

Segundo ele, com tantas possibilidades, e nenhuma garantia, hoje em dia nós construímos o nosso sentido de vida com nossas próprias experiências e escolhas, já que não há nenhuma panacéia universal que garanta isso… 

 

Essa diversidade de possibilidades, pode nos confundir, nos tornar fúteis, ou meros consumistas, mas também nos oferece uma liberdade que em nenhum tempo a humanidade como um todo (homens, mulheres, meninos, idosos) o teve.

 

Particularmente eu acredito que haja uma unidade na diversidade… creio em uma essência comum entre todos nós e a natureza – algo inefável que nos liga profundamente uns aos outros. Mas a manifestação dessa essência, se dá de maneira única em casa um, que construímos com os elementos que nos são oferecidos… e assim vamos dizendo aos outros e a nós mesmos, quem somos nós.

 

  Nesse espaço, resolvi compartilhar meu mosaico existencial, mas como boa mineira, preferi chamá-lo de colcha de retalhos, e ir tecendo aqui, compartilhando com amigos, ou com desconhecidos – que quem sabe poder vir a ser amigos – os meus gostos, inquietações, incoerências, arte, pensamentos…

 

E quem sabe vocês também não podem acrescentar um pedacinho de tecido, à essa inúmera rede de contatos e sentimentos compartilhados que é a colcha de retalhos de cada um?

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