Jon Bon Jovi – Muso Atemporal

Há um tempo escrevi um post sobre o Guns n’ Roses e minha adolecência, e este post é um dos mais visitados no blog hoje em dia:

https://cleidescully.wordpress.com/2010/05/17/guns-n-roses-e-meus-tempos-de-adolescente/

Eu gostava muito do som do Guns e achava Axl Rose extremamente sexy, com aquela beleza rebelde e cabelos ruivos… muito diferente dos nossos padrões. Mas o meu primeiro muso, de verdade, foi uma paixão decorrente de meu gosto por rock.

Ainda nos tempos da adolescência, assistindo programas de videoclipes, tão comuns e que faziam tanto sucesso entre nós, jovens que nem sabíamos que um dia haveria algo como o “You Tube”, conheci Jon Bon Jovi… tenho que dizer, durante muito tempo ele foi meu padrão de beleza masculina.


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Amores Cotidianos…

Outro dia, ouvindo a linda canção “Lucky” – que fala de como o seu amor pode também ser seu melhor amigo, e de como é uma grande “sorte” encontrar alguém que te complete nesse nível – fiquei pensando nos caminhos do amor. Caminhos que, como disse uma leitora muito querida, te permitem entrar no coração de alguém sem arrombá-lo.  E também no fato de que amar exige uma dose enorme de paciência e compreensão…

Há um tempo, li algo que me impressionou. O escritor Brian Weiss, defendendo a tese das almas gêmeas, dizia que as vezes uma das pessoas reconhecia o grande amor de sua vida à primeira vista, mas as vezes a outra não reconhecia… e o amor passava despercebido, mesmo tendo sido encontrado.

Eu não acredito na teoria das almas gêmeas [aquela que prega que existe uma só outra alma que te completará, como se você tivesse sido criado pela metade], acho que ela é excludente e gera mais sofrimento que alegria… afinal, se só uma alma em todo universo pode te fazer feliz, você nunca poderá se reerguer após o fim de uma história de amor.

O que eu vejo é que nossa capacidade de amar, se não nos fechamos com as decepções, só aumenta à medida em que amamos. E vai se aprimorando com os aprendizados e a maturidade. Como uma grande amiga uma vez me disse: “Quem ama, sempre sai ganhando.” O segredo é não fechar o coração e prosseguir acreditando no amor!

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Guns n’ Roses e meus tempos de adolescente…

Se existe uma trilha sonora para a vida da gente, ou pelo menos para fases dela, a trilha de minha adolescência definitivamente foi Guns n’ Roses. Não, eu não era uma adolescente problema, nunca tomei um porre na minha vida… há quem diga que não tive adolescência… Mas certamente que passei pela fase de incertezas e descobertas como todo mundo.

Estive ultimamente baixando algumas músicas da minha saudosa banda favorita e acabei remontando a como eu me tornei tão fã de rock n’ roll naquela época. Eu era uma típica “CDF” na pré adolescência. Se vocês não levam à sério aqueles filmes de adolescentes americanos, onde os alunos estudiosos são humilhados pelos populares, eu digo que aquilo é a pura verdade! Como os jovens podem ser cruéis… minhas colegas “populares” deviam ser presas! Leia o resto deste artigo »

Homens que deviam existir no mundo real… Mr. Darcy

Queridos leitores, para começar bem o ano, mais uma entrada sobre o tema: “Homens que deviam existir no mundo real”, estreada ano passado pelo meu muso absoluto: Fox Mulder!

https://cleidescully.wordpress.com/2009/09/21/homens-que-deviam-existir-no-mundo-real/

O muso de hoje é o Maravilhoso: Mark Darcy. Para entender o que eu estou dizendo, você tem que ter assistido “O Diário de Bridget Jones”. Se você não viu, faço um resumo… Bridget é uma solteira de trinta e poucos anos, dividida entre dois homens presentes em vários momentos de sua monótona vida: Daniel Cleaver – a personificação do garanhão: lindo, com todas mulheres aos seus pés e com as quais dorme às pencas, e que infelizmente tem a maturidade emocional de uma ervilha [informo que esse nunca estará nessa coluna -apesar de achar Hugh Grant liindooo, homens como Daniel existem aos montes por aí… nem precisamos imaginar].

Entre Darcy e Cleaver

E Mark Darcy, o advogado um tanto sério e concentrado, de uma beleza mais sóbria, inteligente, bem sucedido, e que em sua timidez [e um pouco de preconceito], nem sempre diz a coisa certa na hora certa. Sempre maduro, mais sensível, um tanto observador e filho amoroso.

Mark Darcy usando um "lindo" suéter dado por sua mãe

Pois bem, conheço poucos personagens masculinos que personifiquem tanta virtude [além do outro Mr. Darcy, de “Orgulho e Preconceito” que inspirou a criação desse Darcy pós – moderno. Ah, uma curiosidade, o personagem sempre foi pensado com “a cara” de Colin Flith, foi escrito inspirado no Fitzwilliam Darcy que ele representou na série televisiva de Orgulho e Preconceito: http://www.spring.net/karenr/articles/now42501.html].

Quando assistimos “O diário de Bridget Jones” pela primeira vez, inicialmente temos a mesma impressão que ela tinha de Darcy: um cara mal humorado, que sempre quer fazer com que ela se sinta pior do que já parece. Que não faz nenhum comentário que a ajude a sair da saia justa. E então, sem a menor pista [porque a Bridget e nós acreditamos que ele a detesta] ele se declara apaixonado, e que gosta dela do jeito que ela é! Ele é o típico “galã encoberto”, fica lá, quietinho, esperando a sua chance, e quando a tem, arrasa!

Isso diz muito de um homem… gostar da mulher independente dos quilinhos a mais, da vulgaridade as vezes, da falta de tato, e da carreira medíocre. Eu tendo a acreditar, que homens que não precisam exibir uma “modelo” são os que têm personalidade e inteligência para serem livres e amar quem quiserem, isso é maturidade emocional [o que não quer dizer, que os que gostam de mulheres bonitas, são tolos… estou dizendo de gente que olha só a casca sem pensar no conteúdo!].

Todas essas características, fizeram de Darcy um tipo de arquétipo do homem ideal, muso da geração de mulheres dos anos 90 e 2000, especialmente no Reino Unido – afinal, ele é um lorde inglês.  O que digo aqui não é nada original… basta fazer uma consulta na internet e verá que várias outras colunistas corroboram o que eu digo:

“(…) Mark é uma raridade nos dias de hoje, o Mark representa tudo aquilo que os homens já não sabem ser, é um homem de sucesso, mas com humildade e simplicidade, apesar de ter tido um desgosto ainda acredita no amor, é o tipo reservado e tímido, mas maravilhosamente romântico. E vê a alma da mulher que ama, sem lhe fazer diferença quantos quilos ela pesa ou como ela se veste e ainda se diverte com os disparates loucos que ela faz.”
Rita A. http://respirardiaadia.blogspot.com/2006/10/quem-no-gostava-de-ter-um-mark-darcy.html

O divertido é que a timidez de Darcy faz com que ele se passe por orgulhoso, assim como o outro Darcy de Orgulho e Preconceito [acho que terei que fazer um post sobre ele também!]. Não sei vocês acham mas, para mim, homens reservados e tímidos têm um charme especial, apesar de tal característica impedir que eles sejam notados à primeira vista. Geralmente, os mais tímidos e concentrados,  por não serem conquistadores, passam uma aura de mais comprometidos… não vou generalizar porque em se tratar de ser humano, tudo é possível! Mas apesar da aproximação ser mais lenta, geralmente eles parecem mais fiéis aos seus princípios.

“Darcy é um homem bem parecido, sério, com uma expressão fechada de quem pensa muito, bem vestido, bem sucedido, preocupado com os direitos humanos, um homem reconhecido pelos seus pares, com uma bela casa, educado, inteligente, com dinheiro, um homem que luta para que este seja um mundo melhor, um homem que diz que nos ama pelo intercomunicador mesmo sabendo que vai ser gozado pelos putos que estão no café ao lado, (…), um homem que nos diz que gosta das nossas “partes moles” (que incluem banhas, flacidez e celulite) e melhor que isso, di-lo com sinceridade, um homem que quando lê as barbaridades que escrevemos no nosso diário sobre ele nos oferece um novo para que possamos começar do 0,um homem que não entra em pânico e fica feliz quando dizemos: “se calhar estou grávida”, um homem que bate nos homens que nos tratam mal, um homem que diz gostar dos nossos cozinhados mesmo quando são intragáveis, um homem que nos pede em casamento depois de lhe fazermos a declaração de amor menos romântica de sempre, um homem às direitas, em suma, um homem como Deus e a mulher quer.” http://www.claricehadalittlelamb.net/cronicas/setembro/darcy.htm

Gente… é claro que isso é pedir demais de um pobre homem de carne e osso… mas é pra isso que existe ficção: pra nos ajudar a pensar que podemos ser melhores cada dia. É claro que na convivência, nem lindo e chamoso advogado Mark Darcy terá sempre todo esse glamour. Mas o mais bacana da história, e que acho que seja a mensagem da autora, é que perto dele você pode ser quem você é, com todas suas trapalhadas e virtudes e ainda assim ele vai te aceitar como você é.

Nesse mundo de aparências, e de gente colocando silicone em cada parte do corpo, para parecer uma boneca inflável, encontrar alguém simples e maduro que te queira mais pelo que você é do que pelo que você parece, é um oásis… pensem nisso!

Meninas [e meninos, porquê não] eu aceito sugestões para essa coluna, e até colaborações. Escreva sobre o seu “muso” e eu posto aqui o texto, com o maior prazer, falando quem escreveu… topam o desafio? [Falando nisso, tem gente me devendo um profile do Agente Booth, de Bones!]

Quem será o próximo???

 

Homens que deviam existir no mundo real…

Esta sessão é para vocês meninas, que assistem filmes e pensam: “Ai, ai, mas como eu queria um desses para mim”, quando se depara com aquele personagem que além de lindo, inteligente, e perfeito, é fofo, e cavalheiro… pois é… a vida devia imitar a arte as vezes [ou sempre] não é?

Ah!!! Mulder!!!!!!!!!!

Ah!!! Mulder!!!!!!!!!!

Eu sempre me pego pensando isso, ou comentando com minhas amigas, especialmente as de internet… “puxa, como podia existir um Mulder, ou um Scofield, ou um Booth, ou um Mark Darcy na vida real… e morar aqui por perto!!!” Se você nunca ouviu falar em nenhum desses semi deuses… em breve os apresentarei para vocês… e quero que vocês compartilhem comigo… QUAL HOMEM DA FICÇÃO [pode ser livro, filme, série de tv, novela] É SEU SONHO DE CONSUMO NA VIDA REAL?

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Pra começar, como vocês já devem ter visto,  falarei do meu [e  de muitas outras amigas] eterno muso: o Agente Fox Mulder, protagonista de Arquivo X.  Fox tem esse título, e estréia a sessão por muitos motivos.

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O primeiro motivo é muito pessoal, Mulder foi o homem dos meus sonhos durante toda minha adolescência… eu sou da geração que ficou adulta acompanhando Arquivo X, quem não conhece a série, não sabe o que está perdendo… dá uma espiadinha aqui:

 http://arquivoxepisodes.blogspot.com.

Como se não bastasse ser interpretado pelo belíssimo, lindo e inteligente ator David Duchovny… vem comigo conferir o material:

David novinho...
David novinho…

Mulder não era um carinha bonito comum, o encanto do esguio e irresistivelmente charmoso agente do FBI residia muito mais no seu senso de humor refinado e na sua busca apaixonada pela verdade. Era em torno disso que girava Arquivo X: a busca desesperada por provas para expor uma conspiração global, por um homem fascinante e atormentado por fantasmas do passado: o lindíssimo Mulder.

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Fox era um cara que tinha tudo pra ser muito bem sucedido, subir na hierarquia, ser poderoso, mas seu senso ético, e sua sede de justiça acabavam por colocá-lo em maus lençóis com seus superiores. Quem não ama um herói? Então, seu brilhantismo ficava escondido ironicamente nos porões do FBI, incomodando e ameaçando os poderosos corruptos. Ai, como eu adoro isso no personagem… esse idealismo que pouco se importa com quem manda… e uma certa rebeldia, de quem sabe que está certo mesmo indo na contra mão de todos.

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Mas Mulder também tinha seu lado meigo, doce e cavaleiro… do jeitinho dele, é claro. Em Arquivo X, o vemos através dos anos se envolver com sua parceira, igualmente determinada, inteligente e poderosa, e acompanhamos seu jeito um tanto desajeitado as vezes de a cortejar! 

Só entre nós... homem de terno é um arraso!

Só entre nós... homem de terno é um arraso!

Temos que destacar que o casal tinha um timing complicado… como se não bastasse o fato de que os dois só pensavam em trabalhar –  quando um resolvia dar uma “indireta” no outro… o parceiro nem de longe entendia a discreta cantada. Eles demoraram 7 anos pra se beijarem… em que planeta, duas pessoas que se completam como os dois se completavam, demorariam tanto tempo para se acertar???

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Eu poderia ficar aqui o dia todo citando momentos fofos que provam que Mulder é um “muso” e tanto: seu hábito de levar flores, nunca desistir da amada, mesmo quando todos acham que ela se perdeu para sempre, ou até quando ela mesma acha que sua vida está condenada por uma doença fatal, enfrentar qualquer pessoa [ou criatura] por ela, ser teimoso muitas vezes e outras vezes fazer cara de cachorrinho sem dono, ir – literalmente -até o fim do mundo para buscar de volta a sua amada… mas, vocês já entenderam meu ponto de vista, não?  

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Me contem… qual o seu muso???? Que personagem da ficção vocês gostariam que fizesse parte da sua vida?

 

Beijim pra vocês!