Sobre os Padrões e a Beleza de Verdade da Mulher – parte 1

Desde sempre houveram padrões de beleza feminina. Basta observar artefatos egípcios, perceber a beleza dos adereços, das joias, os retratos da figura feminina naquele momento. Assim se sucederam vários modelos de beleza. Das mulheres mais fartas do Renascimento, às mulheres em alguns países da África que precisam criar cicatrizes em todo corpo para serem consideradas belas.  Da palidez das gueixas no Japão ancestral, às belas indianas de religião hindu que se cobrem de ouro como se fossem as próprias personificações das grandes e lindas deusas.

Nefertiti, a Femme Fatale do Egito Antigo

Aparentemente o conceito de feminilidade sempre andou de mãos dadas com a busca incessante da beleza, e durante muito tempo, as mulheres não eram tratadas como muito mais do que adereços ou peças de decoração que andam e falam. Mas para mim, os conceitos de beleza nunca foram tão cruéis e mutantes como agora.

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Momentos Memoráveis…

Assisti “Anna e o Rei” de novo recentemente, e me lembrei deste post, resolvi republicá-lo.

Colcha de Retalhos

Me chamem de boba, mas não resisto a um filme de amor… pode ser comédia, pode ser drama, pode ser história real, assisto todos, e vou colecionando as cenas que tocam meu coração.

Coleciono histórias reais também, entrevisto meus amigos, investigo casos contados em filmes ditos reais, uma hora dessas vou compartilhar aqui…

Hoje vou postar algumas cenas de filme que me marcaram para sempre… se não tiverem assistido, sugiro que assistam antes para não estragar a surpresa.

A dança final de Anna e o Rei…

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O filme todo é belíssimo, atuações perfeitas. A história do encontro das duas culturas é tocante. Mas a cena final, narrada pelo filho do imperador, é de cortar o coração… doce e ao mesmo tempo, profundamente melancólica. O Rei tinha mais de 30 esposas, e zombava dos ocidentais se satisfazerem com uma só mulher. E naquele momento, naquela dança, ele olha para Anna, e diz que…

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