Melhores momentos…

Resolvi fazer uma retrospectiva e escolher meus posts preferidos no “Colcha de Retalhos”.  Aí vai:

O texto sobre Mulder, que deu origem à série dos homens que deviam existir no mundo real:

https://cleidescully.wordpress.com/2009/09/21/homens-que-deviam-existir-no-mundo-real/

A minha história de amor favorita – Abelardo e Heloísa:

https://cleidescully.wordpress.com/2009/09/01/razoes-para-amar-paris-parte-ii-abelardo-e-heloisa/

Dois posts que eu gosto sobre flores:

https://cleidescully.wordpress.com/2009/07/03/flores/

https://cleidescully.wordpress.com/2008/12/21/a-flor-sagrada/

Um dos meus favoritos, e que sempre é visitado – Vestidos de Sonho:

Danielle Benício

https://cleidescully.wordpress.com/2009/05/19/vestidos-de-sonho/

Eu gosto muito dessas duas seleções de músicas de amor, que foram muito pouco visitadas, mas acho legal…

https://cleidescully.wordpress.com/2009/06/08/cantando-o-amor-em-portugues/

https://cleidescully.wordpress.com/2009/06/08/cantando-o-amor/

Meus posts sobre arte… Renoir e Van Gogh, meus pintores amados!

O quarto - Van Gogh

https://cleidescully.wordpress.com/2009/05/06/o-pintor-da-felicidade/

https://cleidescully.wordpress.com/2009/01/10/starry-starry-ninght/

Diários de Bordo, os que mais gostei:

 https://cleidescully.wordpress.com/2009/05/25/os-encantos-das-serras-gauchas/

https://cleidescully.wordpress.com/2009/01/08/diamantina-a-joia-mineira/

Gostaram?

Depois me contem as entradas que vocês mais gostaram do meu blog…

 

 

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50.000 VISITAS!!!

Meus queridos e queridas!!!

Chegamos à marca de 50.000 visitantes no “Colcha de Retalhos”. Que coisa boa poder compartilhar idéias, devaneios, sonhos com vocês!!! Muito obrigada por tudo! Que possamos continuar dialogando sobre as coisas que nos importam na vida!

“Outro dia, fiz uma colcha de retalhos.

Ao pegar cada pedaço, recordava-me de pessoas, acontecimentos…

Como se cada um tivesse sua história para contar, fui costurar. Cores que à primeira vista não combinavam, padrões e desenhos totalmente diferentes, tudo se juntou.

A colcha ficou pronta. E como ficou bonita!

E fico pensando: ninguém é igual ao outro. Nada de repetição, de monotonia. E não são diferentes só fisicamente. Todos pensam diferente, sentem diferente, agem diferente. Um completa o outro. Um apóia o outro.

Que maraviha é uma “colcha” de tantos seres diferentes, formando a humanidade.

Por que quero que todos sejam iguais, pensem igual, sintam igual? Eu sou um pedacinho no grande conjunto. Embelezo sua criação de um determinado modo. Outros realçam outras cores, outros padrões.

Importante é querer ser “costurado” aos outros retalhos e não ficar isolado.

Todos unidos à procura da união e da fraternidade, cada um do seu modo, formam a grande colcha da unidade na pluriformidade…”

[autor desconhecido]

 

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Orgulho e Preconceito – O romantismo atemporal de Jane Austen

 

Fitzwilliam Darcy e Elizabeth Bennet

O livro “Orgulho e Preconceito”, romance da escritora inglesa Jane Austen foi minha última leitura de 2009. Peguei a obra sem muita fé, pensando que levaria meses para ler, e que a história fosse lenta, arrastada. Qual não foi minha surpresa! Não conseguia largar o livro. Estava na praia, para o Reveillon, e meus amigos brigavam comigo o tempo todo, “será que ela não vai parar de ler isso?” Só parei quando terminei, e terminei ainda em 2009, no dia 31.

 Mas o que essa obra tem de mais? Bom, a história é despretensiosa e versa sobre o mais antigo dos assuntos: o encontro do amor. Mas Jane a conta de tal forma, e com um colorido psicológico dos personagens, que nos coloca dentro da cena, em pleno século XIX. Nós vamos sem saber, nos envolvendo com as regras da etiqueta, do flerte da época, e nos apaixonando junto com os personagens, a cada dança…

 

Entre os jovens ingleses, todo mundo já ouvir falar em Darcy e Lizzy. O rapaz riquíssimo e aparentemente orgulhoso – que repudia a senhorita de cara por ser de classe social mais baixa e não bela o suficiente para prender sua atenção, mas que com o decorrer do livro vai se mostrando muito valoroso.

 E a moça pobre, com grande presença de espírito, alegre e inteligente demais para sua época. Enquanto outras moças apenas bordavam, conversavam e pensavam em casamento, Elizabeth era questionadora e observadora, com gosto por descobrir e aprender sempre mais, apesar de se manter distinta e educada, como a época exigia. Lizzy não se submeteria a um casamento sem amor.

Tanto o filme quanto o livro, nos envolvem nessa aura romântica e inocente da época de Jane – que também era uma mulher inteligente, que se apaixonou mas foi proibida de casar com seu amado, por causa dos poucos recursos do moço.  Naquela época, a única opção de vida para as mulheres era o casamento, mulheres não eram consideradas sucessoras na herança. E Jane, que não se casou, ainda em vida teve sucesso como escritora. Se não me engano, Orgulho e Preconceito foi seu primeiro grande sucesso. Não era comum viver de literatura, ainda mais sendo mulher. Acredita-se que as histórias de Austen são tão bem aceitas até hoje, porque ela realmente falava do que via, do que sentia, as suas personagens trazem muito dela.

Cada membro da família Bennet, que é o centro da história, e que foi tão bem caracterizada no filme, é bem construído psicologicamente: a mãe desesperada para casar as filhas, chegando as vezes a ser vulgar, Elizabeth e Jane, duas damas bem educadas e delicadas, sendo que Jane mais ingênua e doce que Lizzi. As meninas  mais novas, e suas risadinhas fúteis, e o pai da família que, como se costuma dizer, deixava a coisa correr como as meninas quisessem.

Os dois romances principais da história, o de Jane e Bingley, que é caso de amor à primeira vista, e Lizzi e Darcy, que é um caso de “amor à segunda vista” [que eu particularmente adoro], vão nos envolvendo… a maneira que sabemos como Lizzy se engana em relação à Darcy, que sem sucesso luta contra o encantamento que sente pela moça, é muito envolvente. No filme nós não temos acesso à essa luta interna do moço como no livro. Apesar do lindíssimo Matthew Macfadyen expressar muito bem o tormento de Darcy, quando surpreende à Elizabeth [e a nós] com uma declaração mais que apaixonada de amor.

O filme remonta perfeitamente o cenário do livro: a fotografia perfeita, com o interior da Inglaterra e suas lindas paisagens campestres, o figurino impecável, a escolha dos atores, Keira Knightley ficou perfeita como Lizzy, com seus olhos marcantes que tanto perturbam Darcy desde que a viu. E a trilha sonora quase toda em músicas no piano, que nos transportam imediatamente para aquele tempo.

Realmente, Austen conseguiu contar-nos um lindo “conto de fadas” realista… ao mostrar as armadilhas do preconceito, do orgulho e os entraves que nós mesmos colocamos no amor, por julgarmos saber o que as outras pessoas sentem, sem conversar sobre isso abertamente.  E o lindo final, que faz com que a gente termine o filme, e o livro acreditando na felicidade eterna, e em dias mais bonitos, e no amor verdadeiro!

O final tradicional do filme, se assemelha muito ao livro. Mas nos Estados Unidos e no Canadá foi apresentado um final alternativo, que é lindo!!! Assista aqui:

 

 

Mais algumas imagens…

 

Jane a doce e ingênua irmã de Lizzy
O olhar de Elizabeth, que tirou a paz de Darcy…

 

A primeira vez que Lizzy e Darcy se tocam no filme

 

Os bailes, onde tudo acontecia...

 

Elizabeth dançando com o homem que ela jurou "odiar por todo sempre"

 

Darcy chegando no nascer do dia, para fazer a mais bela declaração de amor do cinema!

E aí, já assistiu “Orgulho e Preconceito”? Leu o livro? De qual gostou mais??? Qual sua cena favorita?

O que esperar dessa década???

Meus amigos e amigas… nessa correria louca de fim de ano, eu nem tinha me conscientizado, que estamos estreiando a segunda década dos anos 2000!

Nas minhas reflexões, eu estava pensando que essa década é uma década grave para os que como eu, entraram na casa dos 30 [só em off, tenho pelo menos 7 amigos fazendo 30 esse ano].

Divagando sobre o assunto… eu pensei que essa para nós [os trintões] é uma década decisiva. Pensem comigo… quem não casou ainda, vai casar nessa década, ou resolver ficar solteiro(a) convicto(a).

Quem ainda não resolveu a vida profissional, nessa década  ou resolve, ou resolve, não tem opção já que todos estudamos tanto!

E quem ainda não tem filhos? Nós mulheres, temos que nos resolver nessa década – a não ser que a ciência arrume um jeito de termos filhos quarentonas! Ou que estejamos dispostas a adoção.

É muita pressão…

Aí, eu fiz uma lista do que eu penso para esses 10 anos… vou liberar o meu lado premonitório…

Para o mundo:

Eu torço muito que para nessa década, as pessoas aprendam a valorizar outras qualidades que não só a beleza física. Especialmente que só o fato da pessoa ser bela segundo os padrões da mídia [e as vezes imcompetente] não abra portas de facilidade. Que isso seja o privilégio de quem realmente se esforça! E que possamos enxergar outros tipos de beleza que não as pasteurizadas.

Que possamos efetivamente fazer da idéia de Desenvolvimento Sustentável –  ação, e que assim aprendamos a lidar com os problemas ecológicos de uma maneira mais madura e sensata… que a nossa ganância seja refreada em nome do bem estar coletivo… comprar sem tanto desespero, andar mais à pé e de bicicleta, se alegrar com pequenos prazeres, como olhar o mar ou as montanhas…

Adoraria que as pessoas passassem a ter um pensamento menos preconceituoso com a religião alheia, e que o pensamento religioso, ou filosofia de vida de cada um, fosse uma forma de unir e não de separar as pessoas. Antes de condenar, que as pessoas tivessem a disposição de entender a crença do outro: de onde vem? Qual seu contexto cultural? O que tem de semelhante com a minha crença?

Seria muito legal, que essa onda de relacionamentos descartáveis e uso do sexo como apenas diversão  passasse, e fosse substituida por relacionamentos maduros onde haja amor a si mesmo e ao parceiro. E que assim as crianças das próximas gerações pudessem ser educadas em lares amorosos onde haja respeito, educação, energia, e afeto.

 E falando em relacionamentos, que as pessoas cortassem de vez com essa história de competição entre os sexos! Que as mulheres cessassem de se masculinizar para conquistar o lugar dos homens, e os homens intimidados, ao invés de se tornarem sobremaneira delicados, resgatassem uma masculinidade mais tranquila que não domina o feminino mas que lhe tem como complementar.

Bom… esses são desejos cruciais para a humanidade, agora algumas coisas mais pessoais e algumas mais fúteis, mas não menos importantes:

Que J. K. Rowling escreva mais Harry Potter, talvez para preencher o hiato de 19 anos no epílogo de “As Relíquias da Morte”.

Mais um filme de Arquivo X, onde Mulder e Scully conseguem reencontrar seu filho perdido: William, e que possamos vê-los salvar o mundo, para serem novamente uma família.

Um filme da série “Friends” para que a gente saiba o que está rolando na vida daquela turminha maluca dos anos 90.

Exposições de grandes pintores universais, como Van Gogh, Renoir, Klimt, no Brasil.

Girassóis - Van Gogh

A moda seja mais democrática e vista todos corpos de todas cores!

o comercial de sabonete expressa bem isso

E desejos pessoais:

Eu quero ler muitos e muitos livros e que cada vez mais as histórias sejam fascinantes! Quero também escrever o meu! Só não sei sobre o quê.

A bem curto prazo comprar um carro.

Nessa década, sem falta, quero conhecer a minha adorada Paris!!!

 

Quero fazer doutorado numa área que traga novidades para mim e para o mundo, e quero poder ter um emprego que me permita fazer pesquisa e ser bem recompensada por isso.

Fazer muita yoga pra chegar nos 40 sarada, feliz, flexível, lindona e zen! 

Viver um grande amor – isso dispensa maiores explicações.

Vestir um Danielle Benício e ser fotografada por Kika Antunes!

Ter filhos… de preferência mais de um. Eu gosto mais de meninos, mas as meninas também são bem vindas… já tenho nomes, mas é segredo.

 

E você? Já fez sua listinha da década? O que vai ser moda? O que vai mudar? O que você deseja?

Homens que deviam existir no mundo real… Mr. Darcy

Queridos leitores, para começar bem o ano, mais uma entrada sobre o tema: “Homens que deviam existir no mundo real”, estreada ano passado pelo meu muso absoluto: Fox Mulder!

https://cleidescully.wordpress.com/2009/09/21/homens-que-deviam-existir-no-mundo-real/

O muso de hoje é o Maravilhoso: Mark Darcy. Para entender o que eu estou dizendo, você tem que ter assistido “O Diário de Bridget Jones”. Se você não viu, faço um resumo… Bridget é uma solteira de trinta e poucos anos, dividida entre dois homens presentes em vários momentos de sua monótona vida: Daniel Cleaver – a personificação do garanhão: lindo, com todas mulheres aos seus pés e com as quais dorme às pencas, e que infelizmente tem a maturidade emocional de uma ervilha [informo que esse nunca estará nessa coluna -apesar de achar Hugh Grant liindooo, homens como Daniel existem aos montes por aí… nem precisamos imaginar].

Entre Darcy e Cleaver

E Mark Darcy, o advogado um tanto sério e concentrado, de uma beleza mais sóbria, inteligente, bem sucedido, e que em sua timidez [e um pouco de preconceito], nem sempre diz a coisa certa na hora certa. Sempre maduro, mais sensível, um tanto observador e filho amoroso.

Mark Darcy usando um "lindo" suéter dado por sua mãe

Pois bem, conheço poucos personagens masculinos que personifiquem tanta virtude [além do outro Mr. Darcy, de “Orgulho e Preconceito” que inspirou a criação desse Darcy pós – moderno. Ah, uma curiosidade, o personagem sempre foi pensado com “a cara” de Colin Flith, foi escrito inspirado no Fitzwilliam Darcy que ele representou na série televisiva de Orgulho e Preconceito: http://www.spring.net/karenr/articles/now42501.html].

Quando assistimos “O diário de Bridget Jones” pela primeira vez, inicialmente temos a mesma impressão que ela tinha de Darcy: um cara mal humorado, que sempre quer fazer com que ela se sinta pior do que já parece. Que não faz nenhum comentário que a ajude a sair da saia justa. E então, sem a menor pista [porque a Bridget e nós acreditamos que ele a detesta] ele se declara apaixonado, e que gosta dela do jeito que ela é! Ele é o típico “galã encoberto”, fica lá, quietinho, esperando a sua chance, e quando a tem, arrasa!

Isso diz muito de um homem… gostar da mulher independente dos quilinhos a mais, da vulgaridade as vezes, da falta de tato, e da carreira medíocre. Eu tendo a acreditar, que homens que não precisam exibir uma “modelo” são os que têm personalidade e inteligência para serem livres e amar quem quiserem, isso é maturidade emocional [o que não quer dizer, que os que gostam de mulheres bonitas, são tolos… estou dizendo de gente que olha só a casca sem pensar no conteúdo!].

Todas essas características, fizeram de Darcy um tipo de arquétipo do homem ideal, muso da geração de mulheres dos anos 90 e 2000, especialmente no Reino Unido – afinal, ele é um lorde inglês.  O que digo aqui não é nada original… basta fazer uma consulta na internet e verá que várias outras colunistas corroboram o que eu digo:

“(…) Mark é uma raridade nos dias de hoje, o Mark representa tudo aquilo que os homens já não sabem ser, é um homem de sucesso, mas com humildade e simplicidade, apesar de ter tido um desgosto ainda acredita no amor, é o tipo reservado e tímido, mas maravilhosamente romântico. E vê a alma da mulher que ama, sem lhe fazer diferença quantos quilos ela pesa ou como ela se veste e ainda se diverte com os disparates loucos que ela faz.”
Rita A. http://respirardiaadia.blogspot.com/2006/10/quem-no-gostava-de-ter-um-mark-darcy.html

O divertido é que a timidez de Darcy faz com que ele se passe por orgulhoso, assim como o outro Darcy de Orgulho e Preconceito [acho que terei que fazer um post sobre ele também!]. Não sei vocês acham mas, para mim, homens reservados e tímidos têm um charme especial, apesar de tal característica impedir que eles sejam notados à primeira vista. Geralmente, os mais tímidos e concentrados,  por não serem conquistadores, passam uma aura de mais comprometidos… não vou generalizar porque em se tratar de ser humano, tudo é possível! Mas apesar da aproximação ser mais lenta, geralmente eles parecem mais fiéis aos seus princípios.

“Darcy é um homem bem parecido, sério, com uma expressão fechada de quem pensa muito, bem vestido, bem sucedido, preocupado com os direitos humanos, um homem reconhecido pelos seus pares, com uma bela casa, educado, inteligente, com dinheiro, um homem que luta para que este seja um mundo melhor, um homem que diz que nos ama pelo intercomunicador mesmo sabendo que vai ser gozado pelos putos que estão no café ao lado, (…), um homem que nos diz que gosta das nossas “partes moles” (que incluem banhas, flacidez e celulite) e melhor que isso, di-lo com sinceridade, um homem que quando lê as barbaridades que escrevemos no nosso diário sobre ele nos oferece um novo para que possamos começar do 0,um homem que não entra em pânico e fica feliz quando dizemos: “se calhar estou grávida”, um homem que bate nos homens que nos tratam mal, um homem que diz gostar dos nossos cozinhados mesmo quando são intragáveis, um homem que nos pede em casamento depois de lhe fazermos a declaração de amor menos romântica de sempre, um homem às direitas, em suma, um homem como Deus e a mulher quer.” http://www.claricehadalittlelamb.net/cronicas/setembro/darcy.htm

Gente… é claro que isso é pedir demais de um pobre homem de carne e osso… mas é pra isso que existe ficção: pra nos ajudar a pensar que podemos ser melhores cada dia. É claro que na convivência, nem lindo e chamoso advogado Mark Darcy terá sempre todo esse glamour. Mas o mais bacana da história, e que acho que seja a mensagem da autora, é que perto dele você pode ser quem você é, com todas suas trapalhadas e virtudes e ainda assim ele vai te aceitar como você é.

Nesse mundo de aparências, e de gente colocando silicone em cada parte do corpo, para parecer uma boneca inflável, encontrar alguém simples e maduro que te queira mais pelo que você é do que pelo que você parece, é um oásis… pensem nisso!

Meninas [e meninos, porquê não] eu aceito sugestões para essa coluna, e até colaborações. Escreva sobre o seu “muso” e eu posto aqui o texto, com o maior prazer, falando quem escreveu… topam o desafio? [Falando nisso, tem gente me devendo um profile do Agente Booth, de Bones!]

Quem será o próximo???

 

Idade de Bridget Jones

Desculpem a minha demora entre os posts… quase nunca consigo fazê-los diariamente. É que meus textos, são resultado de assuntos sobre os quais eu costumo refletir, ler, algo que assisto. Qualquer coisa que ocupe meus pensamentos.

cena de "O Diário de Bridget Jones"

Pra quem não sabe, eu faço aniversário no início do ano, e essas épocas nos pegam mais reflexivos… além da virada do ano, tem a minha virada cronológica. E esse ano é especial, digamos que é uma idade que me assustava. Nem dos 30 tive medo, fiz uma festança quando virei balzaquiana, mas esse ano… ah, a idade de Bridget Jones. Quando eu assisti ao filme pela primeira vez, achei isso tão distante! Pensava, “ah, até lá eu estarei casada, bem sucedida, não vou passar por esse ridículo todo que ela passa”. Cá estou eu, batalhando por uma carreira [não nego que certamente estudei muito mais que ela!] e por todas as coisas que à essa altura da vida uma mulher deseja [como diria a Scully de Arquivo X], e Graças a Deus, sem fumar e beber tanto quando a Bridget.

Mas é engraçado, porque parece que para a sociedade, mulher tem prazo de validade. Parece que pararam no século XVIII quando uma mulher se não casasse, não tinha futuro, porque não estudava, não recebia herança, que só passava para filhos ou parentes homens… era casamento ou casamento!

Eu fico pensando, que quando inventarem algum jeito de ter filhos até os 50 anos, vai ser uma revolução como a invenção da pílula anticoncepcional… a segunda libertação da mulher. Assim não vamos ter mais que ouvir das amigas casadas, com uma penca de filhos [e as vezes infelizes] que você tem que casar com o primeiro que aparecer para procriar… [não me entendam mal, eu não sou contra casamento, e adoro crianças. Sou contra  casamento sem amor, só pra satisfazer a sociedade enquanto se submete a si, ao outro e aos filhos a uma vida cheia de infelicidade e tédio! Só o amor pode concertar esse mundo, e não o contrário!]

 

O fato é, que eu sempre entro um ano esperando mil coisas, mas esse ano, não tenho expectativas muito claras, apesar de sempre desejar coisas boas e acontecimentos especiais. Eu ainda não sei o que esperar dessa idade… Bridget Jones entrou o ano arrasada: se sentindo gorda e ridícula, numa festa fim de carreira na casa dos pais, emprego medíocre e sem namorado. Do ano que ela não esperava nada, saiu com um emprego melhor e conheceu o seu par perfeito: Mark Darcy – que merece um post à parte! [https://cleidescully.wordpress.com/2010/01/14/homens-que-deviam-existir-no-mundo-real%e2%80%a6-mr-darcy/]

 

Quem sabe essa temida idade seja cabalística, onde tudo que não se resolveu ainda se resolva??? Tomara que seja!!!

 

E vocês, já viram o filme? Leram o livro? Já passaram da idade de Bridget pra me contar se é uma idade cabalística??? Também acham que a mulher precisa de uma segunda revolução?

Essa semana eu conto pra vocês quem é o Mark Darcy, como eu disse, ele merece um post… mais um da série “Homens que deveriam existir na vida real”.

 

Pop + Atitude

Gente!

Meu cunhadinho é pop! E com todo seu conhecimento de jornalista cultural, resolveu criar seu próprio blog “Poptude”.

Confiram, já começou muito bom:

http://poptude.blogspot.com/

 

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