Momentos Memoráveis…

Me chamem de boba, mas não resisto a um filme de amor… pode ser comédia, pode ser drama, pode ser história real, assisto todos, e vou colecionando as cenas que tocam meu coração.

 

Coleciono histórias reais também, entrevisto meus amigos, investigo casos contados em filmes ditos reais, uma hora dessas vou compartilhar aqui…

 

Hoje vou postar algumas cenas de filme que me marcaram para sempre… se não tiverem assistido, sugiro que assistam antes para não estragar a surpresa.

A dança final de Anna e o Rei…

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O filme todo é belíssimo, atuações perfeitas. A história do encontro das duas culturas é tocante. Mas a cena final, narrada pelo filho do imperador, é de cortar o coração… doce e ao mesmo tempo, profundamente melancólica. O Rei tinha mais de 30 esposas, e zombava dos ocidentais se satisfazerem com uma só mulher. E naquele momento, naquela dança, ele olha para Anna, e diz que agora entendia como podia um homem ter uma só mulher… não dá pra não chorar!

 

O amor à primeira vista de Romeu e Julieta…

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A história é linda, dispensa comentários, deve ser a história de amor mais famosa do mundo. Mas a filmagem de Zefirelli é insuperável. A cena de Romeu vendo Julieta pela primeira vez, ao som da música que ficou famosa por causa do filme:

“What is a youth? Impetuous fire.
What is a maid? Ice and desire.
The world wags on.

A rose will bloom
It then will fade
So does a youth.
So do-o-o-oes the fairest maid. “

Juntamente àquele diálogo belíssimo dos dois  é inesquecível. Quem nunca viu, está cometendo um pecado!

O final de alguém como você…

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Adoro esse filme, totalmente despretensioso, comédia levinha com uma atuação muito divertida de Ashley Judd e o lindo e talentoso Hugh Jackman.

 

O que mais gosto é o jeito que brincam com os esteriótipos… é irônico como no início do filme a personagem principal se refere ao solteirão convicto vivido por Hugh, como o tipo de cara que faz com que ela perca a fé nos homens… e no final das contas ele que era o “príncipe encantado” da história. Um filme simples que  faz pensar nos julgamentos que fazemos e na importância que as pessoas que surgem em nossa vida podem ter…

 

Bom, tem muitos outros momentos memoráveis que quero compartilhar, mas vou postar aos poucos, porque quero saber também quais os momentos do cinema marcaram vocês!

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Uma Lágrima no Rosto da Eternidade…

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Um poeta assim definiu o Taj Mahal. Eu ainda não visitei a India, mas esse monumento é um dos lugares que povoa meu inconsciente… sempre o desenho, ainda vou conhecê-lo.

Taj Mahal em lápis de cor por Cleide Sousa

Taj Mahal em lápis de cor por Cleide Sousa

O motivo do Taj Mahal chamar minha atenção, sem sombra de dúvidas se deve ao fato de ser um monumento ao amor.  Em 1630 Muntaz Mahal, esposa do imperador Shah Jahan, morreu ao dar a luz a seu 14º filho.  Em homenagem a seu grande amor, o imperador mandou erguer esse monumento, para que toda posteridade soubesse de seu sentimento.

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Foram mais de 16 anos para construí-lo e ocupou o trabalho de 20 mil homens. O monumento foi todo construído em mármore branco e incrustrado de pedras preciosas. O material necessário veio de toda parte da India, trazido por mais de mil elefantes.

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Quem já o visitou, conta do seu clima mágico, de como muda de cor durante o dia. Eu só tive oportunidade de vê-lo por dentro em cenas de cinema, mas é majestoso!

Sem dúvidas é o maior monumento do mundo ao amor…

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Localiza-se em Agra, Uthar Pradesh, India.  Não há muitos outros atrativos na região, mas há um hotel construído com todas janelas com vista para o Taj Mahal, que segundo os viajantes, compensa a pernoite por aquelas paragens.

Meu olhar sobre o Taj Mahal - óleo sobre tela

Meu olhar sobre o Taj Mahal - óleo sobre tela

O Taj abre às noites de lua cheia, dizem que é o melhor momento para visitá-lo  especialmente às sextas-feiras quando a entrada é gratuíta e os moradores locais passeiam por lá alegrando a cena.

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Bom, eu não sei se a história do imperador e sua raínha era uma história de amor verdadeiro,  só eles sabem… mas o monumento erguido à esse amor está até hoje dando o  testemunho para quem quiser saber…

Starry, starry ninght!

Eu disse que compartilharia aqui algumas paixões, e disse também que arte é uma delas…

Girassóis de Van Gogh
Girassóis de Van Gogh

Quero começar com o pintor que me fez gostar de arte, o artista que me despertou: Vincent Van Gogh. O grande pintor holandês do século XX que não vendeu sequer um quadro em vida – dizem que ele chegou a pintar um quadro sobre o outro por não poder comprar telas –  e hoje é celebrado em todo mundo… (o que as vezes acho um tanto injusto, que adianta tratar a pessoa como louca em vida para louvá-la depois da morte?… incoerências da humanidade!)

Auto retrato de Van Gogh
Auto retrato de Van Gogh

A primeira vez que ouvi falar de Vincent, foi através de uma música, então, vou fazer o mesmo, compartilhando com vocês um pouco da história e obra dele, através da letra de “Vincent” – Composição: Don Mclean


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Estrelada, estrelada noite…
Pinte suas paleta em azul e cinza
Olhe pra fora nos dias de verão


Com olhos que conhecem a escuridão da minha alma


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Sombras nas colinas
Desenhe as árvores e os narcisos
Capte a brisa e os arrepios do inverno
Em cores da terra delineada em neve


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Agora eu entendo
O que você tentou me dizer
E como você sofreu por sua sanidade
E como você tentou os libertar
Eles não queriam ouvir
Eles não sabiam como
Talvez eles ouçam agora


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Noite estrelada
Flores em fogo com chamas brilhantes
Nuvens que giram em uma roxa neblina
Refletem nos olhos azuis porcelana de Vincent
Cores mudando de tom


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Campos matutinos de grãos âmbar
Rostos cansados marcados pela dor
São acalmados pelas mãos afetuosas do artista

Os comedores de Batata
Os comedores de Batata

Agora eu entendo
O que você tentou me dizer
E como você sofreu por sua sanidade
E como você tentou os libertar
Eles não queriam ouvir
Eles não sabiam como
Talvez eles te ouçam agora


O quarto
O quarto

Porque eles não podiam te amar
Mas mesmo assim seu amor era verdadeiro
E quando não havia mais esperança dentro
daquela estrelada, estrelada noite
Você tirou sua propria vida, como amantes geralmente fazem
Mas eu poderia ter te falado Vincent
Esse mundo nunca foi feito pra pessoas tão bonitas como você


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Noite estrelada
Retratos pendurados em paredes vazias
Cabeças sem porta-retratos em paredes sem nomes
Com olhos que observam o mundo e não esquecem

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Como os estranhos que você conheceu
Os homens acabados, com roupas rasgadas
O espinho prateado de rosas sangrentas
Está esmagado e quebrado, na neve virgem


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Agora eu acho que sei
O que você tentou me dizer
E como você sofreu por sua sanidade
E como você tentou os libertar
Eles não queriam ouvir
Ainda não estão ouvindo
Talvez nunca ouvirão


Além dos quadros, Vincent trocava cartas com seu irmão, o que nos deixou um legado de informações sobre suas obras. A que mais me emociona é a explicação que ele enviou a Theo sobre o quadro “Campo de trigo com Corvos”:

“They are vast fields of wheat under troubled skies, and I did not need to go out of my way to try to express sadness and extreme loneliness. I hope you will see them soon–for I hope to bring them to you in Paris as soon as possible, since I almost think that these canvases will tell you what I cannot say in words(…)”

[“São campos de trigo tão vastos, sob o céu atormetando, que eu não sou capaz de expressar minha tristeza e solidão extremas. Eu desejo que que você as veja logo [as telas]e as leve para Paris assim que puder pois eu acho que elas conseguirão te dizer o que eu não sei expressar em palavras(…)”]

O quadro que ele pintou, para mostrar a seu irmão tamanha dor e solidão foi esse:

Campos de trigo com corvos
Campos de trigo com corvos

Certamente, depois de saber disso olhamos a obra com outros olhos..

O tão Famoso “Starry Night” foi pintado enquanto Vincent esteve num hospital psiquiátrico em Saint-Rémy e seu comportamento era um tanto erratico naquela época, devido à severidade de seus ataques. Diferente da maioria dos trabalhos de Van Gogh, Starry Night foi pintado de memória, e não ao ar livre com Vincent preferia. Isto deve explicar em parte, porque o impacto emocional do trabalho é tão mais poderoso que muitos dos trabalhos de Van Gogh no mesmo período.

O famoso "Noite Estrelada"
O famoso “Noite Estrelada”

Você sabe algo sobre a história de Vincent? Algum quadro favorito? Comente!

 

 

 

Diamantina – A Jóia Mineira

 

Campanário da Igreja do Carmo

Campanário da Igreja do Carmo

Como todo bom estudioso de Turismo, uma das minhas paixões é colecionar viagens… mas não gosto de viagens “pasteurizadas” – aquelas com tudo programadinho e com horário contado para turistas fotografarem e fazerem compras.

Viajar de verdade é sentir o lugar: seus sons, cheiros, andar pelas ruas, conversar com as pessoas, comer os pratos típicos. Minas Gerais, o Estado onde tive a sorte de nascer, tem várias cidades deliciosas para se conhecer, com atrativos para todo gosto: da aventura ao requinte… eu não conheço o estado todo (ainda), mas já visitei muitos lugares lindos, surreais, divertidos em Minas, que como diz o slogan – são muitas.

Biribiri - a cidade fantasma mais charmosa de Minas Gerais

Biribiri - a cidade fantasma mais charmosa de Minas Gerais

Sem dúvidas, uma de minhas cidades favoritas é Diamantina, terra de Chica da Silva, de Juscelino Kubsticheck, terra da seresta, cidade boêmia, diferente das outras cidades – como Ouro Preto – erguidas em torno do poder, Diamantina era meio “terra de ninguém”, passagem de tropeiros… no centro da cidade, ao invés de algum palácio importante, está o mercado municipal.

Mercado Municipal de Diamantina

Mercado Municipal de Diamantina

Certamente vocês encontrarão informações geográficas, históricas e turísticas pra todo lado na internet, então ao invés de lhes contar datas enfadonhas, vou compartilhar minha experiência estética na cidade… Diferente da cisudez da maioria dos sites históricos, Diamantina tem um brilho, um sabor diferente.  É mesmo como se  fosse uma jóia, uma pedra preciosa incrustrada na caatinga. Paisagem seca cercada por uma montanha majestosa… de tirar o fôlego.

 

Igreja do Rosário

Igreja do Rosário

E as construções também são alegres, no centro da cidade mistura-se todo tipo de estabelecimento, de gente, de sons – não é uma cidade só de casal, ou apenas de estudantes, ou idosos, é eclética simplesmente.  As igrejas são belíssimas, destacando a do Carmo – que tem o campanário ao fundo (dizem que foi Chica da Silva que mandou mudarem porque não queria ser acordada com os badalos do sino), e a linda igreja do Rosário, construída pelos escravos – no tempo em que não estavam trabalhando para seus senhores, ou seja: revesando noite afora. Sem querer criaram um espaço com acústica perfeita, muitas apresentações de coros musicais acontecem nessa igreja.

Seresta no mercado dos tropeiros

Seresta no mercado dos tropeiros

Outra vivência adorável, é visitar a casa da Glória, aquela que tem o passadiço que é cartão postal da cidade. Hoje em dia a casa é da Universidade Federal de Minas Gerais, e há mapas raríssimos para se ver, além de pinturas e outras peças. A simples travessia já é memorável por si só.

Casa da Glória

Casa da Glória

Para arrematar, sexta feira à noite, tem seresta no mercado dos tropeiros. É surreal… durante o dia o lugar é vazio, parece abandonado. Volte de noite e encontrará um burburinho só, e uma música que ronda cidade afora, e acaba com a seresta tocando no meio do povo, alegrando as noites frescas da linda cidade.

Igreja de Biribiri

Igreja de Biribiri

 

Arredores de Biribiri

Arredores de Biribiri

Quando você pensa então, que já viu tudo que Diamantina podia te mostrar… é só sair para ver os arredores. Biribiri é uma surpresa dessas que a região guarda. Foi uma cidade erguida em torno de uma fábrica, a tal quebrou, sobrou um povoado vazio, mas que parece construido à mão… passamos a tarde por lá, sem muita vontade de voltar é bem verdade. Tudo lá convida à contemplação: as águas tépidas e douradas do riacho, o gramado verde, a linda igreja barroca… parece uma miragem. É muito especial voltar à tardinha, parar no caminho dos escravos e assistir o pôr do sol.

Pôr do Sol no caminho dos escravos

Pôr do Sol no caminho dos escravos

Por fim,  para não me alongar mais… quando for à Diamantina, dê uma boa olhada no calendário de Vesperatas, e escolha um final de semana em que aconteça uma delas. É uma experiência metafísica! Lembro-me de meu grupo ter se atrasado para descer do hotel para o quarteirão fechado assistir ao evento, e quase chegando, começamos a ouvir os sons das orquestras tocando das sacadas dos casarões. Quando finalmente chegamos, nem dá pra explicar a sensação… dá vontade de rir, de cantar, de chorar, parece que a música vai entrando em todos seus poros, pela planta dos pés… a vontade é que não acabe jamais. Eu costumo dizer aos meus amigos, que não passem a vida sem saber como é ver uma vesperata em Diamantina… e realmente, é algo que nunca se esquece! 

Vesperata

Vesperata

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Revisando 2008…

Minha prima  me disse no fim de 2007: “Cleide, ano que vem é ano de arredondamento pra nós não é mesmo?” – (eu fiz 30 e ela 40) ela disse que anos de arredondamentos são poderosos, acontecem coisas importantes. Fiquei pensando na mágica e sabedoria disso, pensei: “será possível?”

Não lembro exatamente como foi o meu décimo ano, mas me lembro que o vigésimo foi um ano decisivo: foi o ano que tirei carteira, foi o ano que passei no vestibular, e foi também em 1998 que,  depois de tanto questionar minha fé e convicções, e ler de tudo que me caiu em mãos, decidi ser espírita, coisas que alteraram o rumo da minha vida pra melhor.

2008, o ano dos 30… confesso que temia esse ano, ouvia falar da famosa “crise dos 30” que assola as mulheres solteiras da minha idade e pensava… o que será de mim se não tiver casado ainda? Se não tiver grana ainda? Se não tiver conhecido Paris? Mas o legal, é que apesar de que nem todas essas coisas tenham se concretizado ainda, outras aconteceram, e os 30 me encontraram muito bem! Graças a Deus!

Não foi um ano de muitas paixões, infelizmente… porque paixão tempera a vida, mas foi um ano de consolidações, afirmação de aspectos importantes e o melhor: muitos novos amigos (além da manutenção dos antigos!) e por fim, foi ano de relembrar coisas boas que eu tinha esquecido.

Nesse último quesito, foi divertido demais ter assistido todas as temporadas de Arquivo X .  Quem me conhece há tempo sabe que AMO a série, e a considero insuperável em todos os aspectos no que diz respeito a seriados de TV, e olha que eu amo seriados.

Lembro-me de ter descoberto Arquivo X por acaso mudando de canal na TV aberta, em meados de 1996, e de ter virado minha paixão incondicional: colecionei episódios, revistas, fotos, sites.  A série reunia tudo que eu gosto: mistério, ciência, histórias inteligentes no meio de tudo isso uma história de amor inconfessável entre os dois agentes do FBI, protagonistas da história.

The X Files

The X Files

Fiz muitas amizades na época, assisti ao The X Files – Fight the Future – no cinema em 1998 no dia da estréia, mas com o tempo e a correria da vida, e o fim da série em 2002, fui assistindo cada vez menos, guardando minhas boas e velhas VHS.

Promos da Série

Promos da Série

Mas esse ano aconteceu o que todos os fãs do planeta nem imaginavam, e já tinham perdido a esperança: Mais um filme de Arquivo X no cinema, veríamos qual foi o destino de Mulder e Scully  seis anos depois de tudo que passaram, retornaríamos àquele universo de conspiração e suspense… não foi sem surpresa que vi as propagandas irem surgindo de todos cantos do planeta…

 

Propaganda de XF2 no mundo

Propaganda de XF2 no mundo

The X Files – I Want to Believe,  reacendeu a chama do prazer que eu tinha em acompanhar a série na minha adolescência, e junto a isso me trouxe dezenas de novos amigos, conversas divertidíssimas em fóruns na internet, a oportunidade de interagir com meu ídolo daqueles tempos: David Duchovny em seu blog . Foi tudo muito legal, e confesso que deu leveza a um ano de muito trabalho.

O milagre da tecnologia permitiu até que eu e minhas amigas virtuais, cada uma em um canto do Brasil, passássemos a produzir juntas um “episode guide” da série: http://arquivoxepisodes.blogspot.com, outra experiência que tem sido interessantíssima e que sempre desajava fazer, mas era difícil sem colaboração. Permitiu também que pela primeira vez na vida, participasse de um amigo oculto virtual: ganhei um presente que veio do Rio e enviei um para Manaus!

Em 2008 conheci o médico mais mal humorado e charmoso da história da televisão: Dr. House. Certamente ele me garantiu boas risadas mas também lágrimas, e muito aprendizado – sobre as observações científicas da série, mas especialmente sobre as relações humanas, tão bem retratadas no programa, entre o doutor antisocial e sua equipe, seu melhor amigo e sua poderosíssima chefe: Lisa Cuddy.  Mas outra hora dessas eu conto melhor para vocês das lições dessa série e as aventuras do Dr Enxaqueca… por enquanto posso dizer que fiz ótimas amigas pela internet,  também fãs de House, e recebi mais de 20 cartões de natal, o que foi um presente muito bacana. Fechei 2008 com chave de ouro!

House - o Dr. Enxaqueca!

House - o Dr. Enxaqueca!

Como disse inicialmente, 2008 foi ano de consolidação de alguns aspectos de minha vida. Um importante foi o Yoga – depois de praticar Hatha Yoga por 5 anos, comecei a me formar como professora. A cada dia me apaixono mais profundamente por essa sabedoria milenar da Índia, e cada vez tenho mais admiração por esse instrumento que Deus nos deu que é nosso corpo e como é incrível o que as técnicas do yoga podem fazer por ele: saúde, lucidez, maleabilidade são apenas algumas das vantagens, sem contar nos benefícios espirituais que são o objetivo principal de todas as suas modalidades.

Hatha Yoga

Hatha Yoga

Pelo que se pode notar, as amizades foram o grande presente em minha vida em 2008, com os amigos antigos, tive oportunidade de empreender projetos juntos, o que nos aproxima ainda mais, e isso tem me trazido grandes aprendizados, e os amigos novos, de perto e de longe, trazem um novo colorido à vida, porque uma pessoa nova que conhecemos é um micro universo de milhares de coisas que ainda não sabíamos.

Por fim, 2008 foi o ano que realizei a pesquisa de campo do meu mestrado, que me colocou em contato com algo que eu amo, uma das coisas que dá sentido à minha vida: a arte! Pude estudar sobre arte, discutí-la e visitar espaços na minha cidade dedicados a ela. Visitei o MASP em São Paulo e vi pessoalmente (pela primeira vez na minha vida) quadro de pintores, que para mim eram como amigos de longa data: Monet, Portinari, Cezzane, Van Gogh entre tantos outros tão queridos quanto!

E você, o que 2008 te ensinou? Conta pra mim?

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