

A história do Conjunto Arquitetônico da Pampulha se liga intimamente à criação da cidade de Belo Horizonte. A capital mineira foi a primeira cidade brasileira a ser planejada, criada para dar ares de modernidade ao estado, que até então tinha como capital Ouro Preto, antiga Vila Rica. BH foi inspirada nos grandes modelos que deram certo no século XX: Paris, Chicago entre outras.

Posteriormente à efetivação do plano principal do centro da cidade por Aarão Reis, em 16 de Maio de 1943 foi inaugurado o Complexo Turístico da Pampulha, composto pelo Cassino, a Igreja de São Francisco de Assis, Casa do Baile e Iate Clube.

Desenho do Museu de Arte da Pampulha
Na ocasião estavam presentes o presidente Getulio Vargas, o governado de Minas Gerais: Benedito Valadares e o prefeito da cidade de Belo Horizonte: Juscelino Kubistscheck. Leia o resto deste artigo »



Já faz um tempo que eu estava com o rascunho deste post, acabei por decidir concluí-lo hoje: aniversário da minha querida cidade Belo Horizonte. Como a maioria dos meus leitores sabe, eu sou formada em Turismo. O curioso foi que entrei na faculdade para conhecer o mundo, e me apaixonei por Minas Gerais.
O maior patrimônio que o curso superior me trouxe, foi esse orgulho de ser Mineira! Aprender profundamente sobre a história do meu estado e sobre todos seus lindos atributos, me trouxe uma maior consciência da riqueza de ter nascido aqui.
Há um tempo escrevi um post sobre o Guns n’ Roses e minha adolecência, e este post é um dos mais visitados no blog hoje em dia:
http://cleidescully.wordpress.com/2010/05/17/guns-n-roses-e-meus-tempos-de-adolescente/
Eu gostava muito do som do Guns e achava Axl Rose extremamente sexy, com aquela beleza rebelde e cabelos ruivos… muito diferente dos nossos padrões. Mas o meu primeiro muso, de verdade, foi uma paixão decorrente de meu gosto por rock.
Ainda nos tempos da adolescência, assistindo programas de videoclipes, tão comuns e que faziam tanto sucesso entre nós, jovens que nem sabíamos que um dia haveria algo como o “You Tube”, conheci Jon Bon Jovi… tenho que dizer, durante muito tempo ele foi meu padrão de beleza masculina.

O século XIX fora um século diferente, vibrante… especialmente na França. Um otimismo sobre a vida, sobre o futuro da humanidade, o conhecimento, a ciência, tomava conta da atmosfera mental daquele momento.

Degas